18.6.15

O não

Um gosto amargo
E a crueza das cores
Por querer
Querer mais
E ainda assim, mais
Sem ter

Nenhum sabor
Não quero saturar
O dourado pôr-do-sol
Por hoje, não quero redenção
Não quero poesia

E em sentir tua presença que me falta, me ponho a escrever

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