quando o peso de sermos incoerentes, fugazes e estúpidos
escorrerá no vão das nossas costas?
não mais as interrogações a cerca do sobrehumano,
nem sobre a metafísica,
teremos vivido o suficiente para sermos velhos,
para conviver com os limites.
ou será sempre a pretensão de nos mantermos vivos para a história?
deixaremos de ser "pré", "pós", "supra", "mega",
para sermos humanos
confesso, tenho uma fé antiga...
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